Problemas de visão e o seu seguro automóvel

Se tiver um acidente e for declarado como responsável por não manter carro em condições de circular na via pública, como por exemplo o acidente se ter devido a pneus em mau estado, o mais provável é que a sua companhia de seguros se recuse a pagar. E talvez a polícia também queira dar uma palavrinha consigo, dependendo das consequências do acidente. Tudo isto lhe soa bastante razoável, não? Então e se… for você quem não está em condições de circular na via pública?

Quantos acidentes de viação não são seguidos pelo comentário “eu não vi o outro veículo”? E se o problema forem os seus olhos? E se a sua visão estiver deteriorada a um ponto de causar perigo a si e a terceiros?

Bem, claramente todos nós nos apercebemos se tivermos um problema com os nossos olhos. E há oftalmologistas a cada virar de esquina, é um facto. A questão é: se tem necessidade de usar óculos ou lentes de contacto, então tem necessidade de os usar até quando conduz. E se, com o tempo, piorar novamente, deverá novamente consultar o seu oftalmologista. É responsabilidade legal dos condutores assegurar que eles próprios estão em boas condições para conduzir.

Na semana passada, deparei-me com um condutor já com uma certa idade que tinha, claramente, problemas de visão, pois nem conseguia ver bem os sinais de trânsito à sua frente, precisando de se inclinar para a frente e estava a circular a uma velocidade não superior a 30 km/h. Por essa altura, já a luz do semáforo estava vermelha e ele nem viu – felizmente os condutores que vinham da sua direita estavam tão atentos quanto eu. E nem tenho a certeza de que ele os tenha visto também!

No que às companhias de seguros diz respeito, se você se vir envolvido num acidente de viação em que a sua visão deficiente tiver contribuído como factor para o ocorrido, a sua companhia de seguros pode argumentar que a culpa foi sua e não pagar. Por isso, se tem falta de visão, tenha sempre consigo os seus óculos ou lentes de contacto e… guie com cuidado!

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Seguros Automóveis baratos… realmente baratos!

Se alguém lhe disser que possui um seguro automóvel barato, aconselho-o a ter cautela. Que tipo de perfil terá essa pessoa para poder beneficiar de um seguro automóvel assim tão barato. Muitas vezes queixamo-nos, a um amigo ou a um vizinho ou a um colega de trabalho, dos preços que pagam pelos seus seguros automóvel e é bem possível que essa mesma pessoas nos respondam que eles pagam muito menos do que nós. E isso até pode ser verdade em alguns casos, por uma série de factores.

Todos nós conduzimos carros diferentes, todos nós temos um historial de condução diferente, todos nós temos diferentes “idades de condução” (ou seja, o número de anos que passarem desde que tirámos a carta). Há uma série de variáveis que definem o preço final do seguro. Estudiosos da matéria advogam que, estatisticamente, está provado que o crédito é um factor bastante significativo na definição de preços. Há um factor e uma relação de estabilidade entre a frequência de acidentes que coincide com o historial de crédito.

Tipos de veículos

Este factor pode ser enganoso, já que alguns veículos mais novos têm na verdade mais hipóteses de terem seguros mais baixos do que veículos mais antigos devido às características de segurança. Alguns veículos têm seguros com altos preços pois o seguro contra roubo é alto.

Informação sobre o condutor

Os historiais e as idades dos condutores têm um papel importante a desempenhar.

Descontos

Há várias formas de conseguir um desconto de forma a conseguir um seguro automóvel barato. Adquira um seguro de casa junto com o seguro automóvel e peça um desconto, por exemplo. Mas o melhoro é perguntar directamente na sua companhia de seguros. Faça o trabalho de casa e pergunte. Poderá obter respostas interessantes e… baratas!

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O seguro automóvel a descoberto

Há muitas formas de poupar dinheiro no seu seguro automóvel. A melhor, já para não dizer a mais rápida, é pesquisar bem antes de subscrever qualquer serviço. Pode fazê-lo de duas formas: ou fá-lo você mesmo ou contrata um especialista, um agente de seguros, para fazer o trabalho de casa por si. Uma das coisas que pode fazer é subscrever mais que um seguro (por exemplo, automóvel e habitação) e tentar que a companhia lhe faça um desconto pela combinação. Com certas companhias de seguros, poderá poupar qualquer coisa como 40% do valor total de ambos os seguros. Os mecanismos de segurança que tiver instalados no seu carro, como por exemplo alarmes, poderão ajudar num melhor preço na hora da subscrição do serviço.

Condutores mais inexperientes pagarão normalmente mais pelos seus seguros do que um condutor com muitos anos de carta, pois um condutor recém-encartado tem mais possibilidades estatísticas de se ver envolvido num acidente. As senhoras condutoras – apesar das piadas de condução recorrentemente a si aplicadas – até são um grupo com estatísticas bastante boas e isso poderá ser-lhe útil na hora de fazer um acordo com a companhia de seguros.

Um erro cometido pela maioria das pessoas é manter-se associado à mesma companhia de seguros durante anos e anos a fio, sem sequer ponderar a hipótese de mudar. As pessoas que não procuram mudar nem sequer se informam e a verdade é que poderão estar a pagar mais 30% para além do valor que poderiam estar a pagar pelo mesmo nível de cobertura. Não seja passivo no que toca a subscrever um seguro automóvel! Gaste algum do seu tempo e do seu esforço pesquisando pelos melhores preços, ou peça ao seu agente de seguros que o faça por si, e verá os resultados: possivelmente centenas de euros poupados anualmente.

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Use a cabeça e não conduza sem seguro!

Conduzir sem os papéis do seguro é uma situação que se pode revelar desastrosa nas estradas dos tempos que correm. Com tantos condutores a utilizar telemóveis (mal, como se sabe, mas o certo é que os usam) enquanto guiam, seja para fazer chamadas seja para enviar mensagens escritas, a comer uma sandes ou um bolo ao volante ou simplesmente a contemplar-se a si próprio no espelho retrovisor, não será de estranhar que, completamente vindo do nada, alguém lhe dê um toquezinho nas traseiras do seu carro, já para não falar em acidentes mais sérios! Ter o seguro em dia pode tornar, para si e para a sua família, uma tal experiência bastante menos desagradável e stressante do que poderia ser. Em bom português: o seguro do seu carro poderá vir a ser o seu melhor amigo em caso de acidente, pois oferece-lhe protecção financeira. Há um acordo contratual que é assinado entre si a e a sua companhia de seguros. Se pagar o montante acordado, todas as perdas num eventual acidente serão cobertas pela companhia. Um seguro automóvel é tipicamente organizado tem três tipos de cobertura: seguro de propriedade, seguro de responsabilidade e seguro médico.

1 – Qualquer dano que o seu veículo sofra num acidente poderá ser coberto (dependendo do tipo de contrato) pelo seguro de propriedade – que é também accionado em caso de furto;

2 – Qualquer acção pela qual seja legalmente responsável, como por exemplo um acidente em que terceiros saiam feridos ou lesados na sua propriedade e que tenha sido determinado que foi por culpa sua que o acidente aconteceu, será coberta pelo seguro de responsabilidade;

3 – Quaisquer despesas médicas relacionadas com tratamento de feridos, fisioterapia de reabilitação, despesas funerárias etc., serão cobertas pelo seguro médico.

Ter o seguro em dia é uma obrigação legal para que possa conduzir em Portugal. Se acontecer alguma vez não ter à mão o seu seguro automóvel consigo, poderá estar a incorrer num risco muito grande. Se se vir envolvido num acidente cuja responsabilidade lhe seja imputada a si, poderá ter de pagar do seu bolso por todas as despesas com os veículos envolvidos, o pagamento de todas as despesas médicas (suas e de terceiros), e quaisquer outras despesas que surjam derivadas do acidente – isto já para não falar da responsabilidade criminal que certamente lhe será imputada. Se é condutor, um seguro automóvel é algo do qual não pode abdicar, por isso, classifique-o como uma despesa anual indispensável. Normalmente, as prestações dos seguros são pagas anualmente, pelo que durante o ano seguinte, o seu carro está segurado e você pode sentir-se mais seguro. Quando for altura de pagar ou se tiver falhado o prazo do pagamento, não se preocupe, a sua companhia de seguro relembrá-lo-á. Tal como outros serviços, os preços variam, indo do bastante acessível até ao extremamente caro. Lembre-se: normalmente, temos aquilo por que pagamos. Se optar por um seguro o mais barato possível, provavelmente não terá grande cobertura em caso de acidente.

Um bom sítio para começar a procurar a sua companhia de seguros, no caso de não ter uma ainda ou de querer mudar, é a internet. É simples: pesquise num qualquer motor de busca pelas palavras “seguro automóvel” e verá a quantidade incrível de informação que terá imediatamente à sua disposição. Fácil, não?

Tal como outros serviços, a s

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Mitos nos Seguros Automovel

O ramo dos seguros automóveis pode ser algo confuso, mesmo quando o cliente tem ao seu dispor toda a informação detalhada acerca das seguradoras.

Apesar da informação disponível e que é facilmente acessível através de vários meios, o factor que mais preocupa os agentes do sector é precisamente o da desinformação existente acerca dos seguros automóveis. Como resultado mais visível dessa desinformação, nasceu na opinião pública uma espécie de mitologia, bastante detalhada até, no que diz respeito aos seguros automóveis que pode provocar algumas reservas nos potenciais interessados no momento de subscrever uma cobertura de riscos.

A importância da cor

Um dos mitos, inacreditavelmente, tem a ver com a cor do veículo: como se quando se subscreve um seguro, a cor do veículo realmente importasse. Há um número razoável de pessoas que piamente crê que a marca, o modelo e até a cor do veículo podem estabelecer uma diferença tanto no que o próprio seguro cobrirá como até na qualidade do serviço. Mas garantimos que isto não passa de um mito, pois a cor do carro não importa absolutamente nada no que diz respeito a seguros automóveis.

Problemas com multas de estacionamento

Muitas pessoas acreditam também que as multas de estacionamento que lhes sejam aplicadas influenciam os preços dos seguros. Se isto fosse verdade, certamente muitos poucos de nós não estariam a pagar seguros com tantos zero à direita que daria para escrever os preços do sopé ao cume da Serra da Estrela. Mas os preços dos seguros não são afectados pelas multas de estacionamento nem por outras situações semelhantes. As multas por si mesmas não contam para o cadastro do cliente que as companhias de seguros registam internamente; porém, multas que não tenham sido pagas podem impedir a renovação da carta de condução o que, por sua vez, terá consequências ao nível da relação segurado-seguradora.

Excesso de velocidade

Um condutor que tenha o pé pesado e que goste de acelerar na estrada poderá vir a ter consequências no registo da seguradora, mas uma só multa por excesso de velocidade não terá, à partida, qualquer agravamento nos preços dos seguros. Claro que se a situação for uma em que o condutor conduz a sua máquina imprudentemente durante vários e vários quilómetros acima do limite legal de velocidade, é natural que a seguradora queira aumentar os valores do seguro.

“A culpa não foi minha!”

Outra situação completamente mitificada é que o condutor não tem que pagar por um acidente em que, segundo os relatórios da polícia, não teve qualquer responsabilidade – o caso pode não ser assim tão linear. Apesar de o condutor ter sido ilibado pelos relatórios policiais, ainda assim haverá uma investigação própria da companhia de seguros. E se no decurso desta investigação, a companhia chegar à conclusão que houve uma responsabilidade do condutor no acidente, este terá que pagar do seu bolso. Todavia, o mais provável é que as conclusões do relatório da polícia sejam confirmadas pela investigação da companhia e assim será mesmo esta a pagar a conta.

Um carro barato é melhor em termos de preço

Muitas pessoas pensam que segurar um carro mais barato em vez de um carro mais caro é mais acessível em termos de preço. Não é verdade. Os prémios pagos num seguro automóvel são o resultado de uma linha combinatória de factores que incluem o preço original do carro, todos os custos com arranjo e manutenção, registo de ter sido roubado (e frequência) e quaisquer reivindicações de prémios anteriormente feitas. Se o condutor já tiver uma determinada idade, o seu carro terá, porventura, um historial de reparações e de reivindicações de prémios, o que fará com que o seguro não se torna barato. Por outro lado, um carro mais novo não apresentará nem um historial de reparações nem de reivindicações. A verdade é que cada caso é um caso.

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Seguro automóvel para veículos clássicos

Qualquer pessoa que seja proprietária de um só veículo clássico ou mesmo de uma inteira colecção de clássicos cujo estilo nunca passa de moda sabe que um seguro automóvel que obedece às normas e às políticas do mercado actual é incapaz de cobrir as necessidades específicas de alguém que conduz um carro clássico. É menos provável que o proprietário de um carro novo faça uma reclamação junto da sua seguradora por causa de um pequeno arranhão na pintura do que o dono de um clássico, e este é apenas um exemplo.

Os hábitos e as necessidades de um condutor que passe algum tempo ao volante de um Peugeot 404 de 1968 são obviamente bastante diferentes dos hábitos e das necessidades de alguém que guie um Ford Escort do final dos anos 90; assim sendo, é totalmente lógica e compreensível a necessidade de que políticas específicas relativas ao segmento dos carros clássicos sejam estudadas pelas companhias de seguros. Uma das facetas mais úteis de muitas políticas seguidas pelas companhias nos seguros de carros clássicos tem a ver com o conceito de utilização flexível. Este conceito único permite que um condutor consiga uma cobertura total por parte da seguradora a uma taxa variável, definida em função da frequência com que o condutor utiliza o carro e em que contexto o faz (casa-trabalho/trabalho-casa, pós-laboral, fins-de-semana, viagens longas, eventos etc.).

A maioria das pessoas que conduz carros antigos não faz mais do que 1600 quilómetros por ano, mas alguns coleccionadores chegam a conduzir mais de 8000 quilómetros por ano nos seus carros mais estimados. Alguns condutores são extremamente cautelosos no que diz respeito às distâncias percorridas devido ao seu potencial desgaste no veículo, mas existem outros tantos que estão mais preocupados com o contexto em que conduzem os seus veículos do que propriamente com as distâncias percorridas.

Muitos donos de carros antigos apenas tiram as suas preciosas máquinas da garagem para levá-las a eventos especiais como salões de carros ou desfiles automóveis mas alguns apreciam mesmo o acto de conduzir ocasionalmente, sem ser na janela temporal proporcionada por esses eventos. Com uma política da seguradora que permita uma utilização flexível, um condutor pode pagar apenas pelo seguro adequado aos seus hábitos de condução de um carro clássico. Isto significa que o condutor que aprecia o prazer de conduzir ao fim-de-semana, seja dentro da cidade ou num passeio pelo campo, poderá fazê-lo sem colocar em risco o investimento financeiro que o seu carro representa, mas o condutor que apenas liga o motor do seu carro durante um evento especial não terá de gastar dinheiro desnecessariamente com um seguro que cobre riscos associados à circulação em estradas abertas, uma vez que isto não se enquadra com os seus hábitos de condução. Em adição ao que é coberto e ao que não é coberto pelas seguradoras, há muitas vantagens que o dono de um carro clássico pode apreciar ao escolher um seguro apropriado ao seu veículo clássico em detrimento de um seguro automóvel normalizado. Por exemplo, dispor de um agente segurador responsável e que está perfeitamente sensibilizado e consciente acerca das necessidades de um proprietário de carros clássicos pode evitar muitas chatices e poupar tempo seja em deslocações à seguradora seja ao telefone.

Os coleccionadores de clássicos são, compreensivelmente, bastante selectivos acerca das oficinas para onde enviam os seus carros para uma inspecção, uma manutenção ou até uma reparação, e muitas vezes nem sequer permitem que qualquer outra pessoa que não seja o seu mecânico pessoal, e em quem depositam total confiança, mexa no carro. Um agente sem experiência nesta área poderá ter alguma dificuldade na relação entre segurador e segurado pois as razões que motivam estes comportamentos algo peculiares dos proprietários dos carros serão tanto mais óbvias quanto mais sensibilizado for o agente de seguros para os desejos e as necessidades das pessoas que têm a paixão dos clássicos.

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